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Controle de pombos
 

Pombos, um símbolo da paz, porém perigosos!

O crescimento contínuo da população de pombos nos centros urbanos vem causando danos a população e é considerado hoje como uma calamidade sanitária em todo o mundo.

O grande número de pombos nas cidades se explica pela fácil adaptação dos animais aos centros urbanos. Nesses lugares, as aves nao possuem inimigos naturais, como gavioes, e podem se alimentar de qualquer tipo de alimento oferecido pelos homens, além de ter ao alcance várias possibilidades de abrigos.

O maior problema acarretado está na saúde pública. As aves sao transmissoras de doenças como a criptococose, psitacose e salmonelose, infecçoes intestinais e respiratórias graves, e uma infinidade de alergias de pele ou respiratórias.

Altamente ácidas, as fezes dos pombos também sao responsáveis por danificar materiais como madeiras, vigas de telhado, forros, pintura de carros e monumentos históricos.

A Lei 9605/98 (artigo 29 - parágrafo 30 ) considera os pombos como animais domesticados. Qualquer ação de controle que provoque a morte, danos físicos, maus tratos e apreensao, é passível de pena de reclusao inafiançável de até 5 anos.

Como os pombos nao podem ser abatidos, o controle é de apenas de repelencia, ou seja, deve-se afastar as aves da área e nunca mata-las, que pode ser feito por métodos físicos (com a instalação de barreiras que impeçam o pouso da ave) ou químicos, como o uso de gels repelentes, que nao matam, mas nao sao suportados pelos animais.

 
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